Antes de votar em Eduardo Paes conheça o lado fiel e ideológico dele assistindo esse vídeo:
Fica a pergunta: Se ele age assim em sua vida partidária, como ele agirá com VOCÊ caso eleito prefeito?
Antes de votar em Eduardo Paes conheça o lado fiel e ideológico dele assistindo esse vídeo:
Fica a pergunta: Se ele age assim em sua vida partidária, como ele agirá com VOCÊ caso eleito prefeito?
“A imprensa exerce no país um sagrado direito e dever que é controlar as exorbitâncias do poder”. É dessa maneira que o senador e candidato à Prefeitura do Rio pelo PRB, Marcelo Crivella, define a relação entre a imprensa e a política.
Apesar de tecer elogios à atuação da mídia, Crivella não poupa críticas a alguns veículos de comunicação, mais especificamente ao O Globo. Ele afirma que existe “uma perseguição um tanto implacável” do jornal contra a sua candidatura.
“Eu faço um apelo, não é para toda a imprensa, é um pequeno setor, para que consiga harmonizar entre os impulsos da liberdade com os imperativos da ordem. Harmonizar o direito de liberdade de imprensa com outro direito, que até o antecede, que é o direito à dignidade humana”, diz.
O senador também defende uma cobertura mais ampla, que contemple todos os candidatos. Em sua opinião, existe uma falta de espaço nos jornais por causa da venda de anúncios para o “poder econômico”.
“Isso não é bom para a democracia. Todos os candidatos são legitimamente indicados pelos seus partidos e merecem ter o mesmo espaço. Aliás, é isso que diz a lei”.
Como todo candidato, Crivella fez promessas para os jornalistas. Disse que, sempre que possível, irá prestigiar todos os veículos de imprensa, dos jornais de bairro às grandes redes de TV.
“Podem ter certeza que o prefeito do Rio será o maior entusiasta do desenvolvimento da imprensa do Rio de Janeiro”, promete.
RIO – A vereadora Andrea Gouvêa Vieira (PSDB), candidata à reeleição, comemorou bastante a decisão de quarta-feira do Supremo Tribunal Federal (STF), que proíbe casos de nepotismo nos Três Poderes. Nesta quinta-feira, Andrea denunciou que Câmara Municipal e prefeitura terão de substituir vários cargos públicos, ocupados por parentes.
– Até que enfim. Essa decisão já veio tarde. Existem três projetos tramitando na Câmara que levariam anos para passar – ressalta, ao destacar que a grande maioria da Casa adota a prática.
Segundo Andrea, o assunto está encerrado nesse país, “e isto vai ser importante para mudar a mentalidade das pessoas, para que elas saibam separar o público do privado”, arremata.
Recursos Humanos
Há um ano, a vereadora encaminhou requerimento para a mesa diretora a fim de saber se existiam casos de nepotismo ou nomeação cruzada nos órgãos da administração pública. Na época, a resposta da coordenadoria de Recursos Humanos – como a própria vereadora divulgou – “foi de que os sistemas cadastrais não registravam relação de parentesco entre os servidores municipais”.
A presidência da Câmara do Rio aguarda a publicação oficial da decisão do STF para tomar as providências e coibir a prática. – Reiteramos nosso compromisso com a legalidade e a ordem institucional – diz a nota oficial.
A lista de cargos públicos ocupados por parentes na Câmara e na administração Cesar Maia são muitos. No caso do prefeito, a vereadora relembra a primeira-dama, Mariangeles Maia, que é presidente da Obra Social, órgão beneficente que mantém convênios com o município e o governo federal, movimentando milhões por ano.
Além da primeira-dama, o prefeito também empregou a irmã Ana Maria Maia, como subsecretária de eventos, a cunhada Carmem Adela Ibarra Pizzarro, que é presidente da Fundação Planetário, e a sobrinha Anita Carolina Levy Ibarra, presidente do RioZoo, entre outros.
Por meio de correio eletrônico ao assessor parlamentar, Antônio Sá, Cesar Maia afirma que “para cargos políticos é possível nomear parentes”, no entanto, não respondeu às solicitações do JB para comentar as denúncias.
Na Câmara Municipal, Andrea cita outros casos, como a mulher do líder do governo, Paulo Cerri (DEM), que é chefe de gabinete do vereador, e a assessora dele, a cunhada. Cerri, contudo, defende-se:
– Minha mulher é única parente que trabalha em meu gabinete e é concursada há mais de 20 anos.
A reportagem tentou falar com Rosa Fernandes, Eider Dantas, Jorge Pereira, Aloísio Freitas, presidente da Casa, sem sucesso.
Fonte http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/08/22/e220831392.html
BRASÍLIA – Na propaganda gratuita no rádio e na televisão, que terá início amanhã para as eleições municipais de 2008, a Justiça Eleitoral impõe regras no sentido de evitar a veiculação de material ofensivo a adversários ou a declaração de apoio de personalidades pertencentes a partido ou coligação diferentes da do candidato.
Uma das proibições se refere ao uso de montagens ou truques com recursos de áudio e vídeo que degradem ou ridicularizem adversários. Se cometer esse tipo de infração, o partido ou a coligação podem ser punidos com perda de tempo equivalente ao dobro do usado na propaganda ilícita. A reapresentação da propaganda ofensiva à honra de adversários, à moral e aos bons costumes também pode ser proibida pela Justiça Eleitoral.
O horário destinado à campanha de vereadores não pode ser usado para promover candidatos a prefeito, assim como o contrário. Na propaganda para vereador, é permitida apenas a exibição de legenda e foto com referência ao candidato a prefeito. Na TV, a propaganda eleitoral gratuita deverá utilizar a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) ou os recursos de legenda.
A Resolução 22.718/08 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determina que os blocos diários da propaganda gratuita são de 30 minutos no rádio (das 7h às 7h30 e das 12h às 12h30) e na televisão (das13h às 13h30 e das 20h30 às 21h).
Os candidatos a prefeito vão ocupar as segundas, quartas e sextas-feiras e os candidatos a vereador as terças-feiras, quintas-feiras e sábados. O horário eleitoral gratuito se encerrará em 2 de outubro, a três dias do 1º turno das eleições, marcado para o dia 5 de outubro.
Fonte: http://jbonline.terra.com.br/especiais/eleicoes2008/temporeal/ye180829926.html
Hoje o candidato Marcelo Crivella esteve no RJTV, confira uma questão de uma internauta no chat:
Internauta pergunta: Muito me preocupam as campanhas que prometem resolver de uma vez por todas certos problemas, o senhor dará uma solução final para um problema?
Marcelo Crivella responde: Eu quero dar sim. Eu quero encaminhar uma solução final para a favelização do Rio de Janeiro, hoje nós não temos um programa de habitação adequado que contemple famílias que tenham renda de dois, três, quatro, cinco salários mínimos.
E as pessoas quando casam acabam indo morar, improvisar casas em comunidades ou nos morros. E nós precisamos fazer um programa de habitação.
Eu costumo dizer as favelas foram no passado a nossa maior vergonha, hoje nosso maior desafio, mas amanhã urbanizadas e com as pessoas morando melhor certamente serão um marco da solidariedade, da fraternidade, da boa vontade do povo carioca. Ae você vai perguntar assim: Como? Como vai fazer?
Vou explicar, há um projeto no Sindicato dos Construtores do Rio de Janeiro que é muito interessante e eu já defendo há quatro anos. É a união dos subsídios do governo federal, do fundo de garantia, da prefeitura, fazendo com que esses subsídios juntos cheguem a 50 mil reais, ora um construtor poderá construir casas de 60 mil, o metro quadrado de uma construção popular está custando R$600, então podemos
fazer casas de 100m². E as pessoas terão 50 mil de subsídios, vão financiar apenas 10 mil
pagando 80/100 reais em 15 anos na caixa ou em qualquer banco.
Como nós estamos prevendo que o subsídio da prefeitura seja em torno de 10 mil, se fizermos 100 mil moradias estamos falando em 1 bilhão de reais em quatro anos, pois bem
é quase o mesmo que vamos gastar para terminar a cidade da música.
Então estou dizendo de coisas plausíveis.
Onde colocaremos essas casas? Nós vamos coloca-las em terrenos já infra-estruturados,
ou seja, tem água, tem luz, tem esgoto. E tem avenidas, com transporte passando em frente.
São terrenos da UNIÃO a beira da Avenida Brasil, e da Supervia. Vamos fazer convênios com a UNIÃO,
e pegar esses terrenos que hoje pertecem ao INSS, ao Ministério da Agricultura, ao Ministério do Exército,
ao INCRA. Trazer essas terras disponíveis para que os construtures ali façam casas para as pessoas que tem renda familiar de dois a cinco salários mínimos. Aí as pessoas não precisarão morar na favela e muitos que moram em comunidades carentes vão querer se mudar.
Parabéns ao Marcelo Crivella pelo conhecimento de causa do que está falando e do que está se propondo a fazer!
Confira a entrevista no RJTV e a participação no chat clicando AQUI