Posts Tagged Marcelo Crivella e a mídia

Crivella faz campanha em Bonsucesso e fala em aliança com o PT

A menos de 40 horas do início das eleições, o candidato do PRB à Prefeitura do Rio, Marcelo Crivella, fez campanha nesta sexta-feira (3) em Bonsucesso, subúrbio da Leopoldina no Rio. Ele voltou a dizer que quer o apoio do “índio ao cardeal” e insinuou que seu partido negocia com o PT.

De acordo com o candidato, o PRB e o PT, partido do candidato Alessandro Molon, já estão negociando uma aliança para o 2º turno das eleições, caso Crivella dispute a Prefeitura do Rio com Eduardo Paes: “Tenho conversado com todos os partidos”, afirmou.

O candidato do PRB não quis falar sobre os outros partidos que ele estaria em contato para uma possível aliança no 2º turno, alegando estar às vésperas da eleição e, por isso, não poderia falar sobre seus planos: “assim como na final de um jogo do Fla x Flu os técnicos não falam sobre as estratégias dos times, eu não posso falar sobre essa informação a dois dias da votação”.

A assessoria de Molon foi procurada pelo G1, mas ainda não confirmou se há alguma negociação com Crivella.

Crivella voltou a dizer que é o candidato dos pobres. “As pesquisas apontam que há dois candidatos com grandes chances de ir para o 2º turno, um é o cadidato dos ricos, da Zona Sul, dos poderosos, e o outro é o candidato do povão, do subúrbio do Rio, das áreas carentes, que é o Crivella”, disse o candidato do PRB.

Para a zona da Leopoldina, Crivella afirmou que a região precisa ser revitalizada porque possui muitas comunidades carentes, com alto índice de desemprego, e é uma das mais violentas do Rio: “Quero trazer o projeto da Zona Franca Social para essas comunidades”.

Fonte: G1

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Crivella: eu não fui senador evangélico

O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro e bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Marcelo Crivella (PRB), disse em entrevista ao O Dia que a Igreja não teria envolvimento na administração municipal. “Eu não fui senador evangélico”. Para ele quando as pessoas querem desqualificar “estereotipam”.

Crivella afirmou que este é o momento mais difícil da campanha eleitoral. “Está sendo uma campanha dificílima, porque uma luta eleitoral contra a máquina é sempre complicada. O partido do governador com um candidato, o do prefeito com um candidato, os outros com mais tempo eleitoral que nós. A luta é ter-rí-vel”, disse.

Apesar de não se declarar um candidato homofóbico, ele disse que não diverge de opinião apenas por razões bíblicas. “É porque eu acho que é um caminho de amargura”. No entanto, Crivella disse que as pessoas estereotipam o que não conhecem. “No Senado, eu trabalho há seis anos com homossexuais, homens e mulheres, e jamais discriminei”.

Para o senador, sua políticas públicas justificam o voto dos eleitores gays. “Eu quero proteger ele da discriminação, quero que ele tenha saúde excelente, eu vou lutar pelo emprego dele, eu vou lutar pela educação dele, eu nunca vou roubar o imposto dele”.

Ele diz que daria autorização para eventos de candomblé, umbandistas e para a parada gay na avenida Atlântica. “Terá limpeza, Guarda Municipal, e iluminação”, completa.

Para Crivella, o crescimento da Igreja Universal na África deve muito aos exorcismos. “A Igreja cresceu muito na África exatamente por causa disso. Muitas pessoas envolvidas com espíritos”.

Ele falou o que pensa sobre os outros candidatos à prefeitura: Jandira Feghali (PCdoB), “uma mulher admirável, às vezes um pouco radical”; Eduardo Paes (PMDB), “muito jovem”; Fernando Gabeira (PV), “um homem honesto. Na mesma proporção que eu admiro sua honestidade, discordo de suas posições políticas”; Alessandro Molon (PT), “mais jovem ainda” e sobre Solange Amaral (DEM), finalizou que a democrata “carrega uma cruz pesada”.

O senador disse a Bíblia é o livro de sua vida, mas também citou “O amor no tempo do cólera”, de Gabriel García Marquez. Ao falar sobre seu filme preferido – “E o Vento Levou” -, Crivella disse que a crise no Rio de Janeiro é comparável com a de cidades africanas. “Aquela saga da guerra de secessão americana mostra uma crise que é um pouco a crise do Rio de Janeiro. A crise aqui é maior que a crise das cidades da África”.

Para ele, a discriminação do Apartheid na África representam “uma das piores facetas da alma humana, que é a discriminação descarada, aberta”. Ele disse ainda que nas caminhadas nas favelas, às vezes se esconde “para que não percebam meus olhos cheios de lágrimas”.

O candidato disse que não sente medo, que não anda de carro blindado e que não tem segurança privada, mas se diz vítima de violência. “A pior delas: minha filhinha, na minha campanha para o Senado, foi seqüestrada aqui, na Sernambetiba. Passou três horas dentro do carro. Seqüestro-relâmpago”, lembrou. “Entro e saio de todas as comunidades e digo e repito para eles: eu tenho ódio e nojo da cocaína. Ódio e nojo das milícias”.

Caso eleito, ele disse que sua primeira medida seria “mandar para a Câmara a lei do Corredor Turístico, da Zona Franca Social, do Cimento Social e um projeto para tirar crianças da rua”.

Ele disse que já pensou em fazer plástica. “Muitas pessoas se viram para mim e dizem: ‘Poxa, Crivella, você está tão cansado, tão abatido, um olhar tão cansado, tão magro, tão acabado’. Dizem com tanta constância que eu acabo acreditando”.

Fonte: http://www.ntgospel.com/v3/index.php?option=com_content&view=article&id=350:crivella-eu-nao-fui-senador-evangelico&catid=35:brasil-mundo&Itemid=80

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Marcelo Crivella reclama de perseguição de ’setores da mídia’

“A imprensa exerce no país um sagrado direito e dever que é controlar as exorbitâncias do poder”. É dessa maneira que o senador e candidato à Prefeitura do Rio pelo PRB, Marcelo Crivella, define a relação entre a imprensa e a política.

Apesar de tecer elogios à atuação da mídia, Crivella não poupa críticas a alguns veículos de comunicação, mais especificamente ao O Globo. Ele afirma que existe “uma perseguição um tanto implacável” do jornal contra a sua candidatura.

“Eu faço um apelo, não é para toda a imprensa, é um pequeno setor, para que consiga harmonizar entre os impulsos da liberdade com os imperativos da ordem. Harmonizar o direito de liberdade de imprensa com outro direito, que até o antecede, que é o direito à dignidade humana”, diz.

O senador também defende uma cobertura mais ampla, que contemple todos os candidatos. Em sua opinião, existe uma falta de espaço nos jornais por causa da venda de anúncios para o “poder econômico”.

“Isso não é bom para a democracia. Todos os candidatos são legitimamente indicados pelos seus partidos e merecem ter o mesmo espaço. Aliás, é isso que diz a lei”.

Como todo candidato, Crivella fez promessas para os jornalistas. Disse que, sempre que possível, irá prestigiar todos os veículos de imprensa, dos jornais de bairro às grandes redes de TV.

“Podem ter certeza que o prefeito do Rio será o maior entusiasta do desenvolvimento da imprensa do Rio de Janeiro”, promete.

Fonte: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D47620%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D37957559929%26fnt%3Dfntnl

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