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setembro 2, 2008 / ASCOM

Carminha Jerominho pede liberdade ao TSE

A candidata a vereadora Carminha Jerominho (PT do B), presa no Rio de Janeiro, acusada de se beneficiar do poder da milícia Liga da Justiça, que atua na Zona Oeste da cidade, vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para responder em liberdade às acusações.

Segundo o advogado da candidata, Flávio Fernandes, ela é ré primária, ou seja, não tem antecedentes criminais, possui curso superior e também não oferece perigo à população. Além desses fatores, o filho de Carminha, com sete anos de idade, tem apresentados problemas psicológicos devido ao distanciamento da mãe. O recurso ao TSE deve ser apresentado na quarta-feira (3).

A equipe da 35ª Delegacia de Polícia (Campo Grande) investiga se a morte do porteiro do condomínio onde mora a candidata teria sido uma vingança. Uanderson Luiz Porto foi executado com oito tiros quando chegava ao trabalho no sábado (30), um dia depois da operação policial. Porto teria informado à Polícia Federal (PF) que Carminha havia se mudado recentemente para o local e indicado o número da nova residência da candidata.

Flávio Fernandes garantiu que não existe fundamento na suspeita da Polícia Civil de que o assassinato do porteiro tenha sido uma reação à prisão de sua cliente. Ele afirmou ainda que foi a mãe da candidata quem indicou o endereço do local para o qual Carminha tinha se mudado três dias antes de ser presa na operação “Voto Livre” realizada na sexta-feira (29).

No mesmo dia em que foi presa, Carminha foi levada para a penitenciária federal de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná. Ela é filha do vereador Jerominho Guimarães (PMDB) e sobrinha do deputado Natalino Guimarães (expulso do DEM), ambos ex-inspetores da Polícia Civil e presos na penitenciária Bangu 8, acusados de serem chefes da Liga da Justiça.

De acordo com a polícia, a milícia teria coagido e extorquido dinheiro dos moradores das comunidades de Campos Grande que faziam oposição à candidata.

A operação Voto Livre foi a primeira realizada pela PF com a finalidade de acabar com os currais eleitorais formados pelo tráfico e pelas milícias na capital fluminense.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com

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