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setembro 25, 2008 / ASCOM

Adversários disparam ataques durante debate

Rio – O debate realizado ontem entre os candidatos à Prefeitura do Rio foi marcado por bate-bocas e ataques quase ininterruptos aos governos municipal e estadual. O encontro colocou os representantes do prefeito Cesar Maia e do governador Sérgio Cabral na berlinda em vários momentos. Solange Amaral (DEM) e Eduardo Paes (PMDB), respectivamente, tiveram que gastar parte de seu tempo defendendo os padrinhos políticos.

O último bloco do debate, que foi realizado na sede do ‘Jornal do Brasil’, no Rio Comprido, permitiu que os candidatos fizessem perguntas entre si. E os ataques foram pesados. Quase não se tratou de propostas. O sorteio para definir quem iria perguntar e quem iria responder colocou frente a frente os candidatos que mais disputam votos entre si: Jandira Feghali (PCdoB) x Fernando Gabeira (PV), Solange x Paes e Solange x Marcelo Crivella (PRB).

Neste último embate, a candidata levantou polêmica ao apresentar artigo assinado por Crivella em que critica o projeto de lei que criminaliza a homofobia. Ele manteve a posição e disse que vai ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso o projeto seja aprovado. Todos os adversários o criticaram.

Paes foi o único dos candidatos que mencionou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em quase todas as suas intervenções. Demais candidatos da base aliada, Jandira, Crivella e Alessandro Molon (PT) disseram que não precisavam desse artifício. “É que ele sempre bateu no Lula e agora precisa ficar anunciando que é seu aliado”, ironizou Jandira. “Como ele não tem nenhuma relação com o presidente, tem que fazer isso o tempo todo”, afirmou Molon. “O que Paes pensa de Lula nós já sabemos. Ele sempre expressou isso. O que o presidente pensa de Paes é o que nós vamos ver daqui a pouco”, disse Crivella.

Apesar dos ataques de Solange Amaral durante o debate, Crivella aposta em futuro acordo com a adversária, candidata do prefeito Cesar Maia. “Acredito que vamos construir uma aliança em torno de um projeto para o Rio de Janeiro”, afirmou ele, para quem o debate deveria ter sido mais politizado: “Foi muito administrativo. Muitas propostas”. Crivella acrescentou que gostaria de discutir com os participantes a “hegemonia do PMDB” no estado.

Fonte: O Dia online

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